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28.10.11

Ruy Ohtake: Conjunto Residencial Heliópolis

O padrão construtivo de edifícios residenciais de interesse social normalmente é com formas retilíneas, com aberturas pequenas e normalmente em volumes quadrados ou retangulares. Ruy Ohtake cria um projeto diferenciado para esses conjuntos, possuindo uma forma circular bem diferente dos residenciais já existentes.


 Conjunto Residencial Heliópolis

Quando o edifício Quatiara (1972) foi projetado, com 3 banheiros reunidos num círculo com raio de 3,20m e todas as demais áreas flexíveis em torno desse círculo, a intenção foi desenhar um apartamento de baixo custo, de forma circular.
No ano de 2008 a Prefeitura do Município de São Paulo convidou o escritório Ruy Ohtake para o desafio de projetar edifícios residenciais de interesse social. foi retomada a idéia do edifício circular  e desenhados 4 apartamentos por andar, de 49m², com 2 dormitórios. A sala se abre na fachada com largura de 6,50m e amplas visuais para fora. Uma só parede concentra as instalações hidráulicas.









Local do projeto: São Paulo
Data do Projeto: 2008
Em construção



Automatização residencial -> economia de energia

O conceito de sustentabilidade e responsabilidade ambiental são cada vez mais importantes no cenário da arquitetura e da construção civil. A divisão residencial e predial da Schneider Electric apresentou ao mercado brasileiro uma solução direcionada a automação residencial que, além de trazer conforto, é um produto moderno para o gerenciamento do gasto de energia e que não compromete a estética dos ambientes. Usado na Europa há mais de dez anos, o sistema Intelligent Home Control (IHC) garante segurança e eficiência energética de forma integrada, discreta e inteligente.
No Brasil, cerca de 200 residências já utilizam o IHC e esse número cresce significativamente a cada ano. A Schneider Electric já mantém cerca de 45 mil instalações no mundo todo, e os benefícios deste produto podem ser selecionados de maneira personalizada, conforme as necessidades e preferências do morador.

Diversas funções da casa, como climatização, segurança, iluminação e entretenimento podem ser automatizadas por meio de sensores. A automação integra todos os sistemas já existentes na casa, pois as combinações oferecidas pelo IHC são inesgotáveis. Não existe um número limite de sistemas passíveis de integração, assim como não há restrições quanto às funções programáveis. 

Conforto e economia
Equivalente ao consumo de uma lâmpada, o gasto energético do IHC é muito baixo. O controle e as cargas que ele comanda consumiriam o mesmo que o convencional. Porém, com as programações adequadas, é possível reduzir em até 30% o consumo total de energia, dependendo do nível de automação residencial desejado. Um projeto bem-executado determina o ponto ideal entre economia e conforto.

São inúmeras as programações possíveis. O sistema pode dimerizar as luzes, fechar as cortinas e ativar o ar-condicionado quando a televisão é ligada ou ainda acionar a iluminação e o som logo ao abrir a porta de entrada. Quando um ambiente da casa fica vazio, o IHC detecta que não é mais necessária a iluminação. Imediatamente, apagam-se as luzes e os demais dispositivos do local são desativados. Nos ambientes ocupados, o sistema mede a intensidade da iluminação e, se necessário, intensifica a força das lâmpadas ou ativa os motores da cortina para a entrada de luz natural.


A automação otimiza os recursos e utiliza a energia de forma mais eficiente e responsável nos serviços da casa. Por exemplo, um sensor detecta se a terra do jardim ainda está úmida, ativando a irrigação somente quando necessário. Para casas com aquecimento solar, o IHC permite ainda que o usuário programe o melhor gerenciamento do consumo de água quente, de acordo com o número de ocupantes da casa.

Casas inteligentes são mais seguras
O IHC pode ser aplicado também em outras demandas e necessidades dentro de uma casa inteligente. Quanto à segurança, o sistema pode interagir com outros produtos Prime, como uma minicâmera embutida em um espelho 4’’X 2’’ ou uma campainha que funciona por biometria, identificando quem a aciona pela digital. O morador ainda pode receber, via e-mail ou celular, notificações sobre um vazamento de gás ou interromper o fornecimento de água quando ativado o sensor de inundação.

Pessoas com necessidades especiais podem adquirir maior independência com o sistema IHC. Luzes balizadoras facilitam a locomoção de deficientes visuais parciais. Existe ainda a opção de configurar botões que, ao serem apertados por cinco segundos, fazem uma ligação pedindo ajuda. Além disso, dispositivos emitem bips sonoros quando a pessoa se aproxima de objetos e paredes e é possível programar a abertura de portas e janelas por meio de botões.







A casa Inteligente





01. IHC - Central de Automação Residencial
02. Detector de Gás Natural
03. Detector de Fumaça
04. Detector de Inundação
05. Módulo de Potência para Motores 
06. Minuteria
07. Pulsador Bipolar Paralelo
08. Pulsador 
09. Interruptor e Pulsador Bipolar Paralelo com Parada Central 
10. Pulsador com Identificação de Tomada Comandada 
11. Placa-Suporte para Áreas Úmidas 
12. Minicâmera 
13. Central de Distribuição Elétrica: Quadros Mini e Micropragma
14. Controle Remoto 
15. Campainha
16. Dimmer (Variador de luminosidade)
17. Interruptor Automático por Presença 
18. Detector de Monóxido de Carbono 
19. Interruptor por Cartão 
20. Variador Eletrônico para Ventilador
21. Instalações Aparentes 


texto e imagem retirada do site  www.schneider-electric.com.br

27.10.11

Arquitetos artistas...artistas arquitetos..

Sempre considerei a arquietura como arte, uma fácil ligação com as demais formas artísticas, principalmente com a música. Sendo assim, fiz uma busca e achei os seguintes artistas brasileiros com alguma ligação com o ramo arquitetônico.

Arquitetos artistas...artistas arquitetos..


Chico Buarque: Ingressou na FAU USP em 1963, mas já engajado com a música, largou o curso em 1965: "Não falo que larguei a faculdade por causa do golpe de 64...eu também já estava começando a fazer música...não seria um bom arquiteto...fazia um trabalho de estagiário em escritório de arquitetura, meus colegas faziam plantas e copiavam não sei o que, e eu não sabia manejar aquilo, borrava tudo com nanquim, ficava uma porcaria. E eu não tinha gosto pela coisa técnica da arquitetura. Na verdade, não tinha talento para isso. Fui para arquitetura por exclusão, não sabia para onde ir. E naquela época tinha aquela empolgação, muita gente queria ser arquiteto por causa de Brasília, de Oscar Niemeyer". (trecho de entrevista concedida a Fernando Eichenberg). Ele faria a "obra do malandro"...

Humberto Gessinger: O vocalista e os demais integrantes da banda Engenheiros do Hawaii (...eu escuto o que eles dizem, mas eles não dizem nada...nada...nada!) eram estudantes de arquitetura da UFRGS em 1985, e formaram a banda para uma apresentação em festival da faculdade. Tinham uma rixa com os estudantes de engenharia que andavam de bermudas de surfistas, e o nome da banda é uma sátira disso. Humberto é casado com a arquiteta Adriane Sesti, colega da faculdade. Por causa da banda, Humberto não chegou a se formar.

Falcão: E não é que o cantor e humorista cearense é arquiteto formado? Acredite, por trás de toda aquela indumentária extravagante, existe um arquiteto! Falcão entrou para a UFC, e demorou quase 10 anos para se formar, quando estava com 31 anos. Já na faculdade cultivava a fama de irreverente, quando criou o grupo AMA (Associação dos Machos da Arquitetura): "Sempre quis fazer arquitetura, e antes de terminar já comecei a trabalhar, fazer uns projetos pequenos, casa de cachorro, gaiola de passarinho, casa de sogra, de cunhado e essas coisas (risos). Quando terminei resolvi montar um escritório com dois colegas, mas coincidiu com a época que eu comecei a cantar e não vingou muito". Recentemente, Falcão assinou um projeto de decoração numa mostra, e disparou: “Terá a decoração brega do Falcão”. Hahahah!
Durval Lelys: Também tem arquiteto no Axé! O vocalista da Asa de Águia é arquiteto, formado pela UFBA em 1981. Trabalhou na profissão por alguns anos, primeiro como estampador de uma empresa de tecidos, e depois em um banco, onde projetou cerca de 250 agências! Depois teve que focar na carreira artística e hoje a arquitetura é considerada o seu hobby: sempre que pode exercita esse lado, como quando projetou sua própria casa, e também a do seu irmão. Durval também é pintor e escultor, está sempre lidando com a arte de alguma forma. Tem gosto pra tudo mesmo!

Tom Jobim: Pensou em trabalhar como arquiteto, chegando a cursar o primeiro ano da faculdade e até a se empregar em um escritório, mas logo desistiu e decidiu ser pianista. É considerado o maior expoente de todos os tempos da música brasileira pela revista Rolling Stones, e um dos criadores do movimento da bossa nova. É praticamente uma unanimidade entre críticos e público em termos de qualidade e sofisticação musical.
 
Texto retirado do blog O Lápis Verde.  

Le Cobusier: Villa Savoye


Le Cobusier

Charles-Edouard Jeanneret, conhecido por Le Corbusier, nasceu a 6 de Outubro de 1887 em La Chaux-de-Fonds, Suíça, mas viveu a maior parte da sua vida em França. Foi um arquitecto que constituiu um marco muito importante no desenvolvimento da arquitectura moderna. Com a publicação de «Vers une Architecture» (1923) ele adoptou o nome Le Corbusier, e dedicou todo o seu talento e energia à criação da uma nova e radical forma de expressão arquitectónica. Em 27 de Agosto de 1965 morreu afogado no Mediterrâneo.
Entre 1942 e 1948, Le Corbusier desenvolveu um sistema de medição que ficou conhecido por «Modulor». Baseado na razão de ouro e nos números de Fibonacci e usando também as dimensões médias humanas (dentro das quais considerou 183 cm como altura standard), o Modulor é uma sequência de medidas que Le Corbusier usou para encontrar harmonia nas suas composições arquitecturais. O Modulor foi publicado em 1950 e depois do grande sucesso, Le Corbusier veio a publicar, em 1955, o «Modulor 2». 

Texto e imagem retirados do site  www.educ.fc.ul.pt.



Villa Savoye

Um exemplo precoce e clássico do "Estilo Internacional", que paira acima de um plano grama fina Pilotis de concreto, com tira de janelas e um telhado plano com uma superfície de pavimento, rampa, e alguns toques confinada de paredes curvilíneas.

                 
"Ao contrário dos locais confinados na maioria das casas antes de Le Corbusier, a abertura do site Poissy permitiu uma construção autônoma e plena realização de seu programa de cinco pontos. Essencialmente a casa compreende dois pontos contrastantes, bem definidos, mas interpenetrando os aspectos externos. O elemento dominante é a única caixa quadrada, um elemento puro, que envolve, uma elegante forma geométrica que é elevada acima do esbelto pilotis, sua pele de vidro (janelas) roda ininterrupta de canto a canto (mas não sobre eles, preservando assim a integridade dos os lados do quadrado). " 

(Marvin Trachtenberg and Isabelle Hyman. Architecture: from Prehistory to Post-Modernism. p530.)



Local da construção: Poissy, França
Data de construção: 1928 até 1929
Estilo: modernista

 Texto e imagens retiradas do site Greatbuildings.

Zaha Hadid: Capital Hill Residence

Um dos nomes mais importantes da arquitetura mundial.  Primeira mulher a ganhar o Pritzker,o "prêmio Nobel" da áreaa iraquiana residente em Londres tem projetos construídos em cantos diferentes do mundo, de uma plataforma de esqui na Áustria a uma estação de trem com complexo de estacionamento de carros na França, passando por um museu; o Centro Rosenthal para Arte Contemporânea, nos Estados Unidos.

Texto retidado e adaptado do site estilo.UOL

Capital Hill Residence

Zaha Hadid projetou a Capital  Hill Residence, que possui 2650m² de área, localizada em Moscou na Rússia, e ainda está sendo executada, tendo início em 2006 com previsão de término para este ano, 2011.
 "Localizada na encosta norte de Barvikha, onde as árvores de pinheiros e bétulas crescem até 20 metros de altura, uma vivenda com geometria fluida emerge da paisagem. Seu programa é dividido em dois componentes: uma fusão com a encosta, e um outro flutuando acima do solo com vistas dinâmicas com vistas para a floresta."





25.10.11

Arquitetua sustentável

Bom dia,
Trazemos hoje um projeto sobre arqutetura sustentável. 
O texto foi retirado do site Criar Arquitetura.



Projeto Casa ecológica - Ecoloft

Com o objetivo de divulgar práticas mais sustentáveis junto aos clientes e usuários do setor da construção, o escritório Cria Arquitetura desenvolveu o projeto para o  ECOloft na Mostra Campinas Decor 2009.
O espaço de aproximadamente 100m² é uma casa ecológica conceito que incorpora design inteligente, tecnologias verdes, técnicas construtivas e materiais que diminuem significativamente o impacto ambiental causado pelas construções tradicionais e melhora a qualidade de vida cotidiana.

Veja o vídeo sobre o Ecoloft


Diretrizes do Projeto

Uma construção de casa ecológica / sustentável deve levar em conta o processo no qual o projeto é concebido, quem vai usar os ambientes, quanto tempo será sua vida útil e se, depois desse tempo, ela poderá servir para outros propósitos ou não.
No caso do ECOloft, por se tratar de uma construção ecológica que faz parte de uma Mostra de arquitetura, algumas características específicas também tiveram que ser contempladas:
  • pouco tempo para execução;
  • vida útil de apenas dois meses (duração da exposição);
  • caráter didático do espaço (casa ecológica conceito).
Todos estes aspectos levaram a uma demanda por um sistema construtivo rápido, desmontável e que gerasse poucos resíduos. Além disso, a casa ecológica deve apresentar ao visitante um questionamento quanto aos paradigmas da vida contemporânea, hábitos de consumo e o impacto causado por suas escolhas no dia a dia. Afinal uma moradia é tão sustentável, quanto a pessoa que nela habita.

Conceito do projeto

O ECOloft foi concebido como um exemplo de casa ecológica contemporânea e contempla todas as funções de uma residência  convencional em um espaço extremamente compacto e versátil.
O projeto utiliza recursos arquitetônicos para reduzir a habitação à sua essência e conseguir a máxima eficiência nos espaços mínimos. Apresenta  soluções engenhosas que permitem que a casa, por diminuta que seja, ofereça um lugar para cada uma das funções básicas: descanso, alimentação, trabalho e higiene.  
Podemos definir o espaço como simples, aberto e ortogonal; características que facilitam o aproveitamento do espaço e reduzem custos. A ausência de divisões e a escolha de móveis e elementos que se transformam ou se movimentam com facilidade, garantem a criação de um ambiente versátil e aparentemente amplo; dois elementos chave ante a escassez de metros quadrados.

Programa e layout do projeto

Dado o caráter efêmero da mostra, o volume da edificação fácil de desmontar e montar novamente, se eleva sobre uma estrutura de madeira que permite a instalação em diferentes tipos de terrenos. Aqui acasa ecológica de 25m² parcialmente elevada sobre um terreno em declive, foi resolvida com um sistema estrutural modular de madeira de manejo sustentável. O espaço de aproximadamente 100m² está dividido em 3 partes:casa (25m²), deck (16m²) e pátio (59m²).
Outros sistemas construtivos sustentáveis, como a taipa de pilão e o tijolo de solo cimento foram incorporados ao projeto reforçando o  perfil didático do espaço, que também oferece soluções para redução do consumo de água, energia  e  tratamento de efluentes.
O programa, ainda que compacto atende as necessidades de até duas pessoas. Sala, cozinha e dormitório compartilham um único espaço, enquanto a única parede interna esconde o sanitário e a lavanderia. Esta é voltada para a área externa e quando fechada garante privacidade ao deck, extensão da casa, que abriga a área de refeição e de convívio.
O acesso ao deck externo é feito através de uma porta elevadiça , que graças a suas características se adapta a diferentes necessidades, hora porta, hora pérgola para sombreamento. Já o banco  constitui um recanto privilegiado graças a pequena horta adjacente, que conta com seu próprio canteiro executado em tijolo ecológico.

Planta Casa Ecológica - Ecoloft

 

 

 

Sistemas construtivos Sustentáveis

 

Tijolo Ecológico

Bloco composto de terra, cimento e água prensados, os tijolos de solo-cimento constituem uma alternativa mais sustentável para a construção em alvenaria. Esses elementos, após pequeno período de cura,garantem resistência à compressão simples similar à dos tijolos maciços e blocos cerâmicos.
Em relação a um tijolo convencional apresenta uma série de vantagens:
  • Fabricado sem a queima, evita a emissão de CO²;
  • Redução na duração da obra;
  • O custo final da obra pode ser reduzido cerca de 20%;
  • Podem, em geral, ser produzidos com o próprio solo local e no canteiro de obras, reduzindo ou evitando o custo de transporte;
  • A regularidade de suas formas requer argamassa de assentamento de espessura mínima e uniforme;
  • Podem dispensar o uso de revestimento, desde que protegidos da ação direta da água, sendo, portando, recomendáveis para paredes com tijolos à vista;
  • Aceita aplicação de reboco, pintura, gesso, etc, diretamente sobre o tijolo;
  • Utilizam basicamente mão-de-obra não especializada.
  • Devido aos furos internos possui propriedades termo acústicas;
  • Permite o embutimento de tubulações elétrica e hidráulicas, evitando a quebra de parades e desperdício de material.

Taipa de Pilão

Um legado do Oriente Médio, a taipa de pilão caracterizou a arquitetura de São Paulo até a segunda metade do século 19, quando caiu em desuso com a chegada dos imigrantes, adeptos da alvenaria. Recebe esta denominação por ser socada (apiloada) com o auxílio de uma mão de pilão. A forma que sustenta o material durante sua secagem é denominada de taipal, que até hoje significa componentes laterais de formas de madeira. A taipa encontrada no período colonial brasileiro é executada com terra retirada de local próximo à construção devido às dificuldades de transporte e ao volume grande de material. 
Dentro do conceito de desenvolvimento sustentável, essa técnica não pode ser esquecida porque utiliza um recurso abundante, de grande resistência e qualidade térmica, a terra. 
Antes de iniciar a obra, verifica-se o tipo de solo. Nesta construção, a fundação de pedras recolhidas do terreno apóia a parede de 30 cm de espessura composta de uma mistura de terra, areia e cimento. A composição é despejada entre fôrmas de madeira tipo sanduíche, em camadas de 15 a 20 cm, e socada com um pilão até o recheio se reduzir a 10 cm. 
A parede desenformada fica pronta imediatamente, tornando-se um bloco monolítico e auto-portante que serve de sistema estrutural dentro de uma construção, por sua alta resistência à compressão.

Madeira de Manejo Sustentável e de Reflorestamento

O ECOLOFT é fabricado na sua quase totalidade com madeira, um recurso natural renovável. 
A madeira contribui efetivamente para um ambiente mais sustentável. Tem propriedades únicas de absorção de dióxido de carbono que ajudam a diminuir o CO2 na atmosfera. De todos os materiais de construção disponíveis, a madeira é o único que tem um saldo de carbono positivo: absorve carbono da atmosfera, ao contrário de todos os outros, que o libertam. Uma árvore absorve quase uma tonelada de CO2 por cada metro cúbico de seu  crescimento. Este CO2, retido na madeira, continua afastado da atmosfera mesmo quando a madeira é transformada em produto acabado. E é ainda importante salientar que se trata de um produto passível de ser reutilizado e reciclado. Não existe outro material utilizado na construção que necessite de tão pouca energia na sua produção: terra, água e energia solar são suficientes. Em suma, trata-se de um material de baixo valor de energia incorporada.

Placas Ecotop

Vedação de áreas molhadas feita com painéis produzidos a partir de materiais 100% reciclados. São compostos por 25% de alumínio e 75% de plástico provenientes de tubos de creme dental, material de difícil degradação na natureza, e seus processos de fabricação não geram nenhum tipo de efluentes ou poluentes atmosféricos. Possuem alta resistência, grande durabilidade e geram isolamento termo acústico.

 






Redução do consumo de energia e 



Melhoria do conforto termo-acústico


Para redução do consumo de energia, otimização da iluminação natural e melhoria do conforto termo-acústico foram especificados os seguintes materiais e tecnologias:


Vidro Autolimpante

O vidro é um material 100% reciclável, mesmo quando espelhado ou metalizado. Preocupada com o meio ambiente a Cebrace reaproveita as sobras de vidro do processo produtivo na fabricação de novos vidros. O Bioclean é um vidro autolimpante para usos externos, particularmente adequado para áreas bastante poluídas, que permite uma visão clara através dele, mesmo em dias de chuva, o que acarreta tanto numa redução do consumo de energia quanto numa redução no uso de detergentes que agridem o meio ambiente.

Película de Proteção Solar 3M

A película de proteção Ultra-Prestige da 3M oferece alta proteção contra a exposição excessiva ao sol, permite maior durabilidade, redução de 97% de raios infravermelhos e 99,9% de raios ultravioletas e nenhum risco de corrosão

Telhas e Placas Ecotop

Placas e telhas produzidas a partir de materiais 100% reciclados. São compostas por 25% de alumínio e 75% de plástico proveniente de tubos de creme dental, material de difícil degradação na natureza, e seus processos de fabricação não geram nenhum tipo de efluentes ou poluentes atmosféricos. Possuem alta resistência, grande durabilidade e geram isolamento termo acústico.

Luminária de LED

O LED é uma tecnologia que supera a iluminação convencional. Trata-se de um chip emissor de luz que também é chamado de "SOLID STATE LIGHTING". A substituição das lâmpadas pelos "LEDS" pode resultar numa economia que varia de 50% a 80%, dependendo da utilização, com a vantagem de ser um aparelho com duração de 15 anos sem manutenção. Seu raio luminoso é livre de UV e de calor e seu tamanho compacto proporciona maior flexibilidade nos projetos.

Aquecimento Solar

O sistema de aquecimento solar é uma das tecnologias mais promissoras para os desafios energéticos do novo milênio. Tendo o sol como fonte geradora de  energia este sistema proporciona ganhos ao meio ambiente, uma vez que o sol é uma fonte de energia renovável, limpa e gratuita. Para cada metro quadrado de coletor solar instalado poderia-se evitar a inundação de 56m² de terras férteis na construção de novas usinas hidrelétricas.
No Brasil, aproximadamente 90% das residências possuem chuveiro elétrico, item que contribui com 23% do consumo de energia elétrica doméstica. Os SAS - sistemas de aquecimento solar - favorecem uma considerável redução no valor da conta de energia, e ainda possibilitam a recuperação do investimento inicial em até 18 meses. Soma-se a redução do impacto sobre a matriz energética brasileira, na qual a demanda dos chuveiros elétricos no horário de pico corresponde a 8,5% da demanda total neste horário. Em várias cidades brasileiras, inclusive na capital paulista, leis municipais tornaram obrigatória a instalação de SAS para as novas construções.

Telhado Verde

O telhado verde consiste na aplicação de vegetação sobre a cobertura de edificações, melhora as condições termo acústicas e contribui no combate do efeito estufa e ilhas de calor.
O sistema modular em bandejas, aplicado no Ecoloft é composto por módulos já vegetados dispostos lado a lado e sua utilização proporciona uma série de vantagens:
  • Melhora o conforto termo-acústico;
  • Mantém a umidade relativa do ar constante no entorno das edificações;
  • Contribui no combate ao efeito estufa, pois ajuda no sequestro de carbono da atmosfera;
  • Ajuda no combate às enchentes, pois aumenta as áreas permeáveis nas edificações.
Este sistema é de fácil instalação e manutenção além de ser adaptável a praticamente todos os tipos de cobertura existentes como telhas cerâmicas, metálicas ou lajes.

Eletrodomésticos eficientes – Selo Procel A

O SELO PROCEL tem por objetivo orientar o consumidor no ato da compra, indicando os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética dentro de cada categoria. Também objetiva estimular a fabricação e a comercialização de produtos mais eficientes, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico e a redução de impactos ambientais.



Redução do consumo de água

Consumir de forma responsável é vital para o meio ambiente, para a sociedade e para o seu bolso, já que o uso consciente implica em redução dos gastos com a conta de água. Essas mudanças de atitude são mais simples do que imaginamos. Confira os produtos utilizados no projeto;

Bacia Sanitária com Duplo Fluxo

O banheiro é o lugar da casa onde ocorre mais desperdício de água. Banhos demorados, torneira aberta sem necessidade, e principalmente descarga desregulada ou bacias antigas são grandes responsáveis pelo desperdício da água e caracterizam em média 72% o consumo de água de uma casa inteira. A Rocca foi pioneira no Brasil em desenvolver produtos para o consumo racional da água. Suas bacias sanitárias com o sistema de duplo acionamento permitem a escolha do fluxo de água adequado. Enquanto as bacias antigas consumem 18 litros de água por acionamento, este sistema permite escolher entre 3 e 6 litros, proporcionando economia de água superior a 60%.

Dispositivos Economizadores de Água

Os metais com dispositivos economizadores proporcionam uma economia no consumo de água e ajudam a despertar as pessoas para um consumo racional. Com uma atitude ecologicamente correta e responsável, a Altero protege o meio ambiente por meio de uma estação de tratamento de resíduos industriais. Todos os poluentes liberados na industrialização são reciclados e voltam à linha de produção. A água que sai carregada de metais é tratada e totalmente reaproveitada.

Sistema para Reuso de Água de Chuva

O reuso da água da chuva diminui a  demanda por água fornecida pelas companhias de tratamento e também os riscos de enchentes quando ocorrem temporais. Consiste na coleta e condução da água da chuva até uma cisterna, para que seja filtrada e armazenada. Antes da instalação é feito um estudo dos índices pluviométricos da região, da capacidade de captação e da demanda necessária, para o correto dimensionamento da cisterna. A água de reuso pode ser utilizada pra fins não potáveis, como lavar carros, regar os jardins, lavar pisos e descarga dos banheiros.

Sistema de Tratamento de Água Negra

A eliminação de esgoto em fossas comuns é um perigo não só para as pessoas como também para o meio ambiente. O Biodigestor é uma solução mais eficiente e segura para o tratamento de efluentes. O esgoto é coletado e passa por um filtro anaeróbio de altíssima eficiência, aprovado nos mais rígidos testes de controle de qualidade final. O esgoto transforma-se em água tratada e desinfetada para que seja devolvida sem risco ao ambiente ou reaproveitada para fins secundários, o lodo resultante é eliminado sem cheiro e nem a necessidade de caminhão limpa fossa, garantindo a sustentabilidade do sistema.







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